Entenda o Impacto da Neuroassociações na Sua Vida

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Neuroassociações talvez seja um termo um pouco complexo, mas que é de fundamental importância conhecer como funciona, se caso você já tenha lido livros de Anthony Robbins, por exemplo, possivelmente você já esteja familiarizado sobre o que é neuroassociações.

Mas caso ainda não conheça sobre esse termo, preparei esse artigo para que você possa entender o que é neuroassociações, mas não apenas isso, que você possa compreender qual o impacto da neuroassociações na sua vida.

O que é Neuroassociações?

Você já ouviu alguma música que te fez lembrar, de algo ou de alguma pessoa? Ou você lembra o que estava fazendo no dia 11 de setembro de 2001? A neuroassociações é tudo o que nos faz lembrar uma situação ou algo, lembranças essas que fazem com que nosso cérebro ative uma recordação relacionada a algum acontecimento passado.

Em outras palavras, podemos dizer que, a neuroassociações é um reflexo de algum acontecimento que te deixou marcas. Essa neuroassociações pode ser fortalecedora ou enfraquecedora, depende do foco, e acima de tudo de como você age perante os acontecimentos.

Qual o impacto da Neuroassociações?

É importante entender que todos nós temos lembranças que carregamos pelo resto da vida, e quando guardamos algo na nossa memória, temos que ter muito cuidado para não criamos memórias que possam trazer danos, perdas, pois, as neuroassociações destrutivas trazem várias frustrações tanto na vida quanto nos negócios, saber entender e modificar as neuroassociações destrutivas é fundamental.

Parafraseando o Eduardo Goleando que diz “A memória guardará o que valer a pena. A memória sabe de mim mais que eu; e ela não perde o que merece ser salvo”. Ou seja, é importante criamos, neuroassociações que possam ter um impacto positivo,  memórias que possam valer a pena, “arquivando” no nosso cérebro o que é importante ser salvo, para que com isso possamos colher bons frutos, gerando resultados e sensações satisfatórias.

Como criar Neuroassociações?

Tudo o que proporciona sensação de dor, faz com que nosso cérebro perca o foco e o sabor de realização, ou seja,  se você, por exemplo, deseja perder 10 quilos, você tem força de vontade, mas não criou a neuroassociações correta, você não conseguira chegar no seu objetivo.

Vamos supor que você deseja perder 10 quilos, porém, você imagina que para perder 10 quilos você precisará deixar de comer aquele bolo que tanto gosta, ou vai perder de ir naquele buffet, que todos os seus amigos vão, ou seja,  a partir do momento que você cria uma lista com infinidade de perdas, automaticamente seu cérebro vai processar que a perda dos 10 quilos vai te trazer mais perdas do que ganhos, com essa materialização, você perdera força para conseguir seus objetivos criando uma neuroassociações enfraquecedora.

Agora vamos imaginar essa mesma situação com outro foco, você deseja compulsivamente perder 10 quilos, você começa a imaginar que com 10 quilos a menos você melhorara  incrivelmente sua autoestima, você vai colocar aquela roupa que tanto deseja vestir, você consequentemente se sentirá mais saudável, com mais energia, resumindo a partir do momento que você foca nos benefícios que você vai ter, ao perder 10 quilos, você consequentemente vai criar neuroassociações fortalecedoras.

Ou seja, você vai fazer com que seu cérebro entenda que a perda dos 10 quilos será benéfica e consequentemente te proporcionará mais ganhos do que perdas, isso automaticamente fará com que você foque no seu objetivo, com força e determinação máxima até conseguir alcança-lo.

Seguindo outra linha de raciocínio, podemos também modificar nossa neuroassociações, no livro Desperte seu gigante interior, do autor Anthony Robbins ele conta que achava muito divertido quando o seu pai tomava umas cervejas, pois, quando o seu pai tomava cerveja ficava mais alegre, divertido, etc.

Vendo como o seu pai ficava  ao consumir aquela bebida, ele automaticamente concluiu que se ele bebesse ficaria no estado que ele achava o máximo na qual seu pai ficava, sua mãe entendendo a situação pediu para que ele bebesse um copo de cerveja, quando ele terminou, pediu para que ele bebesse outro e outro, resumindo chegou uma hora que ele não aguentando, mas, vomitou por toda mesa, aquele momento ficou marcado na vida dele, e fez com que ele tivesse uma nova neuroassociação sobre  beber cerveja, pois,  através do acontecimento que ele passou do “vômito” fez com que criasse no seu cérebro uma neuroassociação diferente na qual ele tinha anteriormente.

Conclusão

A partir do momento que criamos neuroassociações, ela automaticamente dita nosso estado, e como nos sentimentos, por isso que é fundamental entender como administrar nosso comportamento a fim de criar neuroassociações que nos torne uma pessoa cada vez melhor.

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Joás Alves

Olá, meu nome é Joás Alves, sou bacharel em produção publicitária e empreendedor digital, uma das minhas mais queridas missões, é compartilhar conhecimento para ajudar no seu crescimento pessoal e profissional.

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